domingo, 21 de agosto de 2011

Verificação Geral

Olá, Pessoal!

Nesta sexta-feira aconteceu a Verificação Geral do 8º ano do EF ao 3º ano do EM. Esta intervenção tem como objetivo submeter o aluno a experiência de realizar um dia de avaliação. Muitos alunos ficam tensos e preocupados com o seu desempenho (sua nota), porém mais importante que o resultado é a análise de seu desempenho, a autoavaliação.

Tomo a liberdade de iniciar a sua reflexão quanto ao seu rendimento através de uma observação minha, se não for o seu caso, fica a dica.

Durante a realização da Verificação Geral, percebi que muitos alunos estavam cansados e não conseguiam concentrar-se.

Na véspera de um evento desta magnitude - que exige esforço físico (isso mesmo físico) e intelectual - é essencial uma boa noite de sono. Pesquisadores da Escola de Medicina e Saúde Pública da Universidade Wisconsin, nos Estados Unidos, afirmam que o sono tem um papel fundamental na capacidade do cérebro para reagir ao ambiente. Porém, não é somente na véspera, o ato de dormir exige uma rotina, abaixo seguem algumas dicas para você ter sempre uma boa noite de sono.

1ª) Durma sempre no mesmo horário. Não use o período da noite para estudar um pouco mais ou terminar aquela matéria. O cansaço extra não compensa;

2ª) Faça exercício físico regularmente, pois o cérebro tem muitas áreas motoras que participam do aprendizado. Não exagere, nada de correr 40 km. Passeie com o cachorro, faça caminhadas leves;

3ª) Se não consegue fazer todos os exercícios sugeridos naturalmente, 'no piloto automático', é porque está incorporando conhecimento. Isso torna o raciocínio mais lento. Lembre-se que tendemos a fazer o que é automático mais rápido. Portanto, neste caso, uma queda de desempenho não deve ser encarada como negativa;

4ª) Evite ficar na cama remoendo ideias e rolando de lá para cá. Se não conseguir dormir em 30 minutos, levante-se e vá para a sala. Leia um romance. Quando o sono vier, volte para a cama.

5ª) Tire televisão e computador do quarto. Checar e-mail e ir dormir é o mesmo que levar problemas para a cama. Somente é permitido até uma hora antes do horário de dormir.

6ª) Evite café, chocolate, refrigerantes tipo cola e guaraná e chá mate ou preto no início da noite, pois contêm cafeína, e prefira alimentos leves antes de dormir;

7ª) Aprenda a respirar direito, relaxe. Não se preocupe tanto com o futuro, pois a ansiedade imobiliza;

8ª) A preparação para uma prova deve ser planejada. Não adianta sobrecarregar-se, dormindo tarde e acordando cedo, para tentar aprender em um mês o volume de matérias de um ano;

9ª) Encare as várias provas como o trabalho que você tem todos os dias. Vá a cada uma delas e dê o melhor;

10ª) Pode ser que você precise de mais horas de sono, pois está aprendendo, e isso exige, às vezes, cochilos para o cérebro refazer suas reservas. Isso não é preguiça, é normal.

domingo, 14 de agosto de 2011

Quem disse que química não serve para nada?

Você provavelmente conhece o programa Pânico na TV – apesar de ser um programa bem apelativo, é bastante popular. É aquele tipo de programa que a Professora Julia não indicaria a ninguém. Mas foi através deles que nós (Caio, Carol, Jade, Ingrid, Kendy, Kluay, Matheus, Marisa, Paula, Pedro H, Thais e Thiago um grupo do 2º ano A de 2010) conseguimos nossos 8 segundos de fama.

No ano passado, produzimos um vídeo mostrando uma das teorias da extinção dos dinossauros de forma animada com a finalidade de ser apresentado para as turmas do infantil durante o Show de Química.

No dia 3 de julho o programa Pânico na TV utilizou um pedaço desse nosso vídeo em uma matéria sobre como as cinzas do vulcão chileno afetaram os vôos para a Argentina em plena Copa América.

Abaixo, está um trecho da reportagem em que o pedaço do vídeo aparece (1:14) e o vídeo completo do trabalho realizado para o show de química.

E viva a Química!


domingo, 5 de junho de 2011

Gabarito da aula de laboratório

Oi, Pessoal!
Demorou, mas aqui está o gabarito daquela aula de laboratório sobre dissolução e diluição de soluções no qual realizamos a atividade utilizando um refresco em pó.

a) Determine o solvente.

Água

b) O açúcar constante no refresco representa parte do soluto, o soluto em si, parte do solvente ou o solvente em si?

O açúcar constante no refresco representa parte do soluto.

c) Observe a composição de vitamina C. Determine a quantidade desta substância no volume (100 mL) de refresco preparado.

Dados do envelope: 1 envelope contém 35 g

Após reconstituído, 1 porção de 200 mL contém 15 mg de vitamina C.

Portanto, a quantidade de vitamina C constante em 100 mL seria 7,5 mg.

d) Vamos considerar que esta mistura de pós seja o nosso soluto. Portanto, determine a massa de soluto constante na solução preparada.

Massa = 3,5 g

e) Calcule a concentração comum em g/mL da solução.

C = 0,035 g/mL

f) Calcule a molaridade da solução.

Fórmula molecular da vitamina C = C6H8O6

Massa molar da vitamina C = 176 g/mol

M = 0,2 mol/L

g) Com o auxílio de uma pipeta, retire uma alíquota de 10 mL. Qual a quantidade de soluto nesta alíquota?

0,002 mol

h) A concentração comum da solução em questão mudou? Caso tenha mudado, calcule a nova concentração comum em g/L.

Não.

i) A molaridade da solução em questão mudou? Caso tenha mudado, calcule a nova molaridade.

Não.

j) Transfira esta alíquota (10 mL) para um outro balão volumétrico de 50 mL e complete o seu volume com água. Qual a quantidade de soluto nesta nova solução?

0,002 mol

k) Determine o volume da solução.

50 mL = 0,05 L

l) Determine a massa de soluto.

0,35 g

m) A concentração comum da solução em questão mudou? Caso tenha mudado, calcule a nova concentração comum em g/L.

Sim. C = 7 g/L.

n) A molaridade da solução em questão mudou? Caso tenha mudado, calcule a nova molaridade.

Sim. M = 0,04 mol/L

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Sem Gás, por favor


As multinacionais Coca-Cola, PepsiCo, McDonald's e Unilever uniram-se no projeto "Refrigerants, Naturally!" para encontrar alternativas ecológicas que reduzam a emissão de gases de efeito estufa. A iniciativa tem como objetivo mudar a tecnologia de resfriamento em pontos de venda, substituindo os gases fluorados (os HCFCs e os HFCs) usados em refrigeradores de bebidas e freezers de supermercados por substâncias refrigerantes naturais como a amônia, os hidrocarbonetos e o dióxido de carbono - que não prejudicam a camada de ozônio. Em 2010, as empresas conseguiram que todo o setor de varejo e bens de consumo se comprometesse a mudar suas tecnologias de refrigeração a partir de 2015. A parceria ainda tem o apoio do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e do Greenpeace.
refrigerantsnaturally.com
Revista Vida Simples, junho de 2011, edição 106

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Oi, Pessoal!

Conforme combinado, segue a correção da distribuição eletrônica.

I. Oxigênio (8O → Z=8. Portanto o elemento em questão possui 8 prótons e, como trata-se de um átomo, o número de prótons é igual ao número de elétrons)

a) Utilizando o diagrama de Linus Pauling, obtemos a ordem energética:

1s2 2s2 2p4

b) Para obtermos a ordem geométrica, devemos agrupar os subníveis em níveis de energia:

1s2 2s2 2p4

c) O número total de elétrons por nível ou camada é obtido a partir da soma dos elétrons dos subníveis que constituem cada nível, portanto:

1s2 – nível 1 ou camada K – 2 elétrons.

2s2 2p4 – nível 2 ou camada L – 6 elétrons.

d) O subnível mais energético é sempre o último a receber elétrons no diagrama de Linus Pauling; logo, no átomo de oxigênio esse subnível é o 2p, apresentando 4 elétrons.

e) A camada de valência é o nível ou camada que se encontra mais afastado do núcleo. No oxigênio, temos 2 camadas ou níveis de energia; logo o nível 2 ou camada L é a camada de valência contendo 6 elétrons.

II. Enxofre (16S → Z=16. Portanto o elemento em questão possui 16 prótons e, como trata-se de um átomo, o número de prótons é igual ao número de elétrons)

a) Utilizando o diagrama de Linus Pauling, obtemos a ordem energética:

1s2 2s2 2p6 3s2 3p4

b) Para obtermos a ordem geométrica, devemos agrupar os subníveis em níveis de energia:

1s2 2s2 2p6 3s2 3p4

c) O número total de elétrons por nível ou camada é obtido a partir da soma dos elétrons dos subníveis que constituem cada nível, portanto:

1s2 – nível 1 ou camada K – 2 elétrons.

2s2 2p6 – nível 2 ou camada L – 8 elétrons.

3s2 3p4 – nível 3 ou camada M – 6 elétrons.

d) O subnível mais energético é sempre o último a receber elétrons no diagrama de Linus Pauling; logo, no átomo de enxofre esse subnível é o 3p, apresentando 4 elétrons.

e) A camada de valência é o nível ou camada que se encontra mais afastado do núcleo. No enxofre, temos 3 camadas ou níveis de energia; logo o nível 3 ou camada M é a camada de valência contendo 6 elétrons.

III. Sódio (11Na → Z=11). Portanto o elemento em questão possui 11 prótons e, como trata-se de um átomo, o número de prótons é igual ao número de elétrons)

a) Utilizando o diagrama de Linus Pauling, obtemos a ordem energética:

1s2 2s2 2p6 3s1

b) Para obtermos a ordem geométrica, devemos agrupar os subníveis em níveis de energia:

1s2 2s2 2p6 3s1

c) O número total de elétrons por nível ou camada é obtido a partir da soma dos elétrons dos subníveis que constituem cada nível, portanto:

1s2 – nível 1 ou camada K – 2 elétrons.

2s2 2p6 – nível 2 ou camada L – 8 elétrons.

3s1– nível 3 ou camada M – 1 elétron.

d) O subnível mais energético é sempre o último a receber elétrons no diagrama de Linus Pauling; logo, no átomo de sódio esse subnível é o 3s, apresentando 1 elétron.

e) A camada de valência é o nível ou camada que se encontra mais afastado do núcleo. No sódio, temos 3 camadas ou níveis de energia; logo o nível 3 ou camada M é a camada de valência contendo 1 elétron.

IV. Cálcio (20Ca → Z=20). Portanto o elemento em questão possui 20 prótons e, como trata-se de um átomo, o número de prótons é igual ao número de elétrons)

a) Utilizando o diagrama de Linus Pauling, obtemos a ordem energética:

1s2 2s2 2p6 3s2 3p6 4s2

b) Para obtermos a ordem geométrica, devemos agrupar os subníveis em níveis de energia:

1s2 2s2 2p6 3s2 3p6 4s2

c) O número total de elétrons por nível ou camada é obtido a partir da soma dos elétrons dos subníveis que constituem cada nível, portanto:

1s2 – nível 1 ou camada K – 2 elétrons.

2s2 2p6 – nível 2 ou camada L – 8 elétrons.

3s2 3p6– nível 3 ou camada M – 8 elétrons.

4s2 – nível 4 ou camada N – 2 elétrons.

d) O subnível mais energético é sempre o último a receber elétrons no diagrama de Linus Pauling; logo, no átomo de cálcio esse subnível é o 4s, apresentando 2 elétrons.

e) A camada de valência é o nível ou camada que se encontra mais afastado do núcleo. No cálcio, temos 4 camadas ou níveis de energia; logo o nível 4 ou camada N é a camada de valência contendo 2 elétrons.

V. Potássio (19K → Z=19). Portanto o elemento em questão possui 19 prótons e, como trata-se de um átomo, o número de prótons é igual ao número de elétrons)

a) Utilizando o diagrama de Linus Pauling, obtemos a ordem energética:

1s2 2s2 2p6 3s2 3p6 4s1

b) Para obtermos a ordem geométrica, devemos agrupar os subníveis em níveis de energia:

1s2 2s2 2p6 3s2 3p6 4s1

c) O número total de elétrons por nível ou camada é obtido a partir da soma dos elétrons dos subníveis que constituem cada nível, portanto:

1s2 – nível 1 ou camada K – 2 elétrons.

2s2 2p6 – nível 2 ou camada L – 8 elétrons.

3s2 3p6– nível 3 ou camada M – 8 elétrons.

4s1 – nível 4 ou camada N – 1 elétron.

d) O subnível mais energético é sempre o último a receber elétrons no diagrama de Linus Pauling; logo, no átomo de potássio esse subnível é o 4s, apresentando 1 elétron.

e) A camada de valência é o nível ou camada que se encontra mais afastado do núcleo. No potássio, temos 4 camadas ou níveis de energia; logo o nível 4 ou camada N é a camada de valência contendo 1 elétron.

VI. Argônio (18Ar → Z=18. Portanto o elemento em questão possui 18 prótons e, como trata-se de um átomo, o número de prótons é igual ao número de elétrons)

a) Utilizando o diagrama de Linus Pauling, obtemos a ordem energética:

1s2 2s2 2p6 3s2 3p6

b) Para obtermos a ordem geométrica, devemos agrupar os subníveis em níveis de energia:

1s2 2s2 2p6 3s2 3p6

c) O número total de elétrons por nível ou camada é obtido a partir da soma dos elétrons dos subníveis que constituem cada nível, portanto:

1s2 – nível 1 ou camada K – 2 elétrons.

2s2 2p6 – nível 2 ou camada L – 8 elétrons.

3s2 3p6 – nível 3 ou camada M – 8 elétrons.

d) O subnível mais energético é sempre o último a receber elétrons no diagrama de Linus Pauling; logo, no átomo de enxofre esse subnível é o 3p, apresentando 6 elétrons.

e) A camada de valência é o nível ou camada que se encontra mais afastado do núcleo. No enxofre, temos 3 camadas ou níveis de energia; logo o nível 3 ou camada M é a camada de valência contendo 8 elétrons.

VII. Xenônio (54Xe → Z=54). Portanto o elemento em questão possui 54 prótons e, como trata-se de um átomo, o número de prótons é igual ao número de elétrons)

a) Utilizando o diagrama de Linus Pauling, obtemos a ordem energética:

1s2 2s2 2p6 3s2 3p6 4s2 3d10 4p6 5s2 4d10 5p6

b) Para obtermos a ordem geométrica, devemos agrupar os subníveis em níveis de energia:

1s2 2s2 2p6 3s2 3p6 3d10 4s2 4p6 4d10 5s2 5p6

c) O número total de elétrons por nível ou camada é obtido a partir da soma dos elétrons dos subníveis que constituem cada nível, portanto:

1s2 – nível 1 ou camada K – 2 elétrons.

2s2 2p6 – nível 2 ou camada L – 8 elétrons.

3s2 3p6– nível 3 ou camada M – 8 elétrons.

4s2 4p6 4d10 – nível 4 ou camada N – 18 elétrons.

5s2 5p6 – nível 5 ou camada O – 8 elétrons.

d) O subnível mais energético é sempre o último a receber elétrons no diagrama de Linus Pauling; logo, no átomo de xenônio esse subnível é o 5p, apresentando 6 elétrons.

e) A camada de valência é o nível ou camada que se encontra mais afastado do núcleo. No cálcio, temos 5 camadas ou níveis de energia; logo o nível 5 ou camada O é a camada de valência contendo 8 elétrons.

domingo, 15 de maio de 2011

Envelhecimento cutâneo


Oi, Pessoal!
Na última aula falávamos sobre a ação dos raios solares sobre a pele. Observem a foto ao lado e verifiquem os danos causados pelo Sol, percebam que trata-se das mãos e coxas da mesma pessoa. Por isso, não deixem de utilizar filtro solar.

domingo, 24 de abril de 2011

Atividade extra de soluções

Oi, Pessoal!
Espero que a Páscoa tenha sido um bom período de reflexão e de descanso. Tenho esperança que vocês tenham usado este período para colocarem as lições em dia e que tenham pensado sobre os seus métodos de estudos.
Pensando em auxiliá-los, adicionei no link abaixo uma lista extra de exercícios com gabarito.
https://rapidshare.com/files/459009801/Atividade_n___07_-_Solu____es_e_solubilidade.doc
Bom estudo!